domingo, 13 de maio de 2018

"MÃE"


Abstenho-me a definir o nome MÃE.
MÃE não se define se aceita.
Mesmo que todas às árvores do mundo fossem canetas.
Mesmo que todos os mares do mundo fossem tintas.
Mesmos que todos os céus fossem papéis, não chegaria num consenso, quanto à definição de MÃE.
MÃE está contida nos desígnios de Deus, portanto, acima de nossa capacidade.
É algo sublime, coisas de Deus.
A todas às MÃES do mundo, desejo-lhas a proteção Divina das Poderosas Mãos de Nosso Deus.
À minha querida esposa, MÃE de nossos três filhos, dois filhos e uma filha, todos abençoados, minhas considerações, meu amor, meu respeito, e que Deus seja contigo, em todas as situações, que você nunca perca o ponto de equilíbrio, essencial para a união de nossa família.
Minha querida filha, que nos deu uma netinha e um netinho, verdadeiros tesouros dos céus, que Deus continue mantendo a luz Divina em sua vida.
Minha querida nora, que nos deu um netinho, um verdadeiro presente dos céus, que seus caminhos sejam orientados pelo Nosso Poderoso Deus.
Considerações de
Osvanir de Almeida.

PS = Deus é Luz, Deus é Paz, Deus é Único Salvador, Deus é absoluto.



domingo, 6 de maio de 2018

KKKK - kkkk - ÔÔÔÔ,


Entrei de cabeça numa depressão profunda, acarretando tonturas, enjoos, pernas bambas, vontade de dormir muito, isolamento e vontade de berrar.
A situação agravou-se e a melhor acolhida é a cama, nada mais.
Meu filho veio me visitar e trouxe a seguinte novidade: Paaaaaeeeeeee criaram uma injeção, chamada a injeção do sorriso, com eficácia comprovada.
Levarei o senhor, numa farmácia apropriada, para aplicar a dita cuja, vamos?
E prá já filho.
Já na farmácia, na cabine para aplicações, quando chegou à metade da injeção, no rosto anterior (?), sem controle comecei a gargalhar, ou seja: KKKK KKKK KKKK.
- O aplicador olhou assustado para minha cara e perguntou: Tudo bem?
KKKK KKKK KKKK, tudo muito bem.
Muito obrigado KKKK.
Algumas funcionárias do estabelecimento emendaram o riso, ou seja: kkkk kkkk.
Cabe aqui uma explicação: KKKK, nada mais é do que uma gargalhada de saltar a dentadura, agora, kkkk, um sorriso patriota.
Sorriso patriota é aquele sorriso baixo, muito comum entre às mulheres.
Até logo, muito obrigado, boas vendas KKKK KKKK KKKK.
- O aplicador chamou o meu filho a parte e falou: A injeção foi aplicada, contudo, o caso de seu pai é mais grave, creio que seria salutar uma visita hospitalar.
Meu filho respondeu: Ele é vizinho do PINEL.
- Respondeu o aplicador: Beleza pura vá direto, sem perca de tempo.
Cheguei a casa dentro da mais alta gargalhada, KKKK KKKK KKKK.
Todos olharam assustados e perguntaram para o meu filho, o que deu no rapaz?
Nada demais, apenas, tomou a injeção do sorriso intenso.
No outro dia, já na megaloja (21m2), tudo era festa, a clientela (3) era atendida dentro de uma gargalhada escancarada, coisa de louco.
Chegou um senhor com o pé engessado, e logo, foi atendido com uma gargalhada de quebrar vidro.
- O dito senhor perguntou: Qual a graça? Tá vendo algum palhaço em sua frente?
- Resposta: KKKK KKKK KKKK.
- Você está num lugar errado, o seu lugar é no lado de lá da rua, ou seja, O PINEL.
- O engessado saiu “p” da cara.
- Entrou outro senhor, com um tampão no olho, e já foi falando: Acabei de operar uma catarata, espero ficar bom.
- KKKK KKKK KKKK.
- Qual a graça? Além de comerciante fracassado, está bancando o bobo alegre?
Larga do meu pé jacaré.
- Chegou uma senhora vendendo panos de pratos. Quer comprar moço?
- KKKK KKKK KKKK.
- Rindo do quê? Por acaso, estou vestida de palhaça, ou algo, semelhante?
Vai comprar ou não?
- KKKK KKKK KKKK.
- Mãe! Vamos embora, deixa a hiena rir.
- Vamos filho, o idiota acha que está abafando com essa boca de caçapa.
- Chegou uma madame em prantos, gritando que perdeu o seu cachorrinho de estimação.
O senhor não acha uma tragédia?
- KKKK KKKK KKKK.
- O que foi? Rindo de uma desgraça! Minha vontade e enfiar minha sombrinha no seu...........
Deve ter tido alta do Pinel, não é possível.
- O quê foi? Você, também, acha que estou louco? KKKK KKKK KKKK.
Preciso maneirar no atendimento a clientela. Já achei a solução. Colocarei um esparadrapo na boca, um meio de conter a risada.
- Bom dia! Tudo bem?
- ÔÔÔÔÔÔÔ = Uma risada camuflada, grande sacada de mestre.
O que foi? Você acha que eu estou louco?
Posso estar louco, mas, louco de felicidade.
Querem o nome da injeção e a farmácia que aplica?
Querem moleza?  Pega na língua do vizinho.
Abraços do
KKKK KKKK KKKK.

PS = Sorria....... Você está sendo ignorado.

domingo, 29 de abril de 2018

"A VACINA".


Por mais uma vez, informo a todos, que tais registros são estritamente confidenciais, pois, se trata de assuntos relacionados ao degas, portanto, não metam o bedelho. Fim de papo.
Tais registros são elaborados de 100 em 100 anos, para o meu conhecimento.
Passei o domingo tentando eliminar mais uma goteira, sem sucesso. Não sei andar por cima do telhado, a última vez que tentei, das dez telhas pisadas, quebrei sete, é mole ou quer mais.
Sobra, portanto, uma única saída, ir pelo forro, tentando chegar até o local desejado; lá serrar o sarrafo, destelhar e fazer o serviço desejado.
Deveria existir uma lei que toda construção, no que tange a altura do forro ao telhado, fosse, no mínimo de 2,50m, no meu caso, é lógico. A merda é que a altura vai de 1m a 1,60m, nesses casos tenho que andar de gatinho.  A altura foi feita para nanico e não para mim.
O quê foi? Por acaso contei alguma piada? Larga do meu pé jacaré.
Não foi possível chegar ao local desejado, assim sendo, fiquei de cócoras, olhando com uma cara de ninguém para a goteira, e o jeito foi voltar. Uma verdadeira merda.
Envolvi escada, tábuas, e o escambau, a título de nada, absolutamente, nada.
Fica o registro.
Estou desanimado, cabisbaixo, triste, enjoado, desbundado, sem vontade de fazer nada e sem respectiva.
Diante de tal poço de misericórdia, nada melhor, para dar uma balançada, assistir o filme, que está explodindo no mundo, sucesso, absoluto, de bilheterias.
Nome dessa explosão cinematográfica: “TARZAN – O FILHO DAS SELVAS”.
Já dentro do filme, foi feito uma chamada de urgência, ou seja: “FOI LIBERADA A VACINA PARA A MELHOR IDADE”.
Pulei do sofá, fiquei em posição de sentido e falei: Mulher! Chegou a nossa vez!
Fui correndo para o quarto, abrir o cofre... Pausa... Cofre, na realidade, refere-se a uma caixa de sapato de ferro, com uma tampa e uma fechadura, contudo, apelidamos de cofre, um nome
pomposo , principalmente, quando se fala perante visitas.
Dentro do cofre achei aquela joia, uma verdadeira preciosidade, a carteira de vacinação.
Apanhei a mesma, coloquei em cima da penteadeira e solicitei para minha mulher o seguinte: uma camisa de mangas curtas, ou sem mangas.
Já deitado, pensei: Não é uma boa deixar a carteira em cima da penteadeira, toda precaução é salutar, principalmente, em se tratando de um documento tão importante.
Já pela manhã seguinte tomei aquele café gostoso, de posse da roupa, apanhei um pedaço de esparadrapo, pois, nem sempre fornece o mesmo, após a vacinação, e fui para o local da vacinação, um postinho da PMC.
Lá chegando, aquele tumulto infernal, todavia, o importante era apanhar a senha. Não pensei duas vezes, solicitei informações para uma funcionária que, com aquela educação peculiar, foi dizendo: “Vá para frente”.
Já na fila, para apanhar a senha, a motivação era total; chegando a minha vez solicitei: “Quero a senha para vacinação”! Tá na mão codina munitina. Epa! Larga do meu pé jacaré.
Já na fila de vacinação, encontrei gente da 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª, da MELHOR IDADE.
Entre eles, um papo construtivo, só se falava de: Osteopenia, Osteoplastia, Osteoporose, Osteose, Osteotomia, Reumatismo, Artrite e Artrose. Eu estava anotando tudo, ocasião que chegou um senhor da 6ª melhor idade, e perguntou-me: “Você é jornalista? Pois está tomando nota de tudo! Não senhor, não sou jornalista, estou tomando nota de tudo, para consultar, em casa, no dicionário”!
Outro da 4ª melhor idade falou-me: “Já falamos de tudo, agora, chegou a sua vez”!
Pois bem, falarei de gota.
- Nossa gota! Já me mandei de casa para não ouvir mais a minha mulher falar de goteiras, agora, vem você com esse papo!
Senhor! A gota que me refiro é uma doença, tipo artrite, relacionado ao ácido úrico. É caracterizada por inflamações nas articulações.
Todavia, tenho problemas de goteiras em minha casa, contudo, às mesmas são diferentes, pois, são inteligentes, enganadoras e fugitivas.
Aparecem na sala, chego até lá, elas aparecem na cozinha, chego até lá, elas fogem para o quarto, e assim, sucessivamente.
Diante de uma chuva torrencial, não tendo o que fazer, em relação às goteiras, fui dormir de raiva. Já quase dormindo, senti umas cutucadas na testa; levei a mão e dei uma cacetada, todavia, a minha mão estava molhada, olhei para cima e nada mais, nada menos, do que uma famigerada goteira. Coisa de louco.
Agora, tenho uma goteira de estimação na megaloja (21m2). Ela aparece quando não deve.
Certa feita, diante de uma chuva torrencial, chegou uma madame, vinda do cabeleireiro, com um penteado, parecendo uma torta alemã.
Chegou desesperada, informando que já estava atrasada para o casamento, porém, necessitava de uma torneira. Parou e ficou olhando para as torneiras, uma exposição sem fim (três no total).
Ficou falando: Não sei qual que eu levo dúvida cruel.
Ela parou bem no local que pingava a goteira. Pensei! Isso vai dar merda, pois, a torta alemã, da mulher, estava recebendo a goteira numa velocidade muito grande.
Apanhei as torneiras e coloquei em cima da mesa, justificando-me da seguinte maneira: Minha Senhora! Aqui está mais claro, fica a vontade.
Por trás do pescoço da madame já era notório, um filamento colorido, é mole?
Pensou, pensou, e até que enfim, levou a torneira.
Olhei por cima da cabeça da mesma e observei que a torta alemã estava ensopada, ou seja: Uma torta alemã aquática.
Chegou a minha vez para ser vacinado: “Próximo”, e com aquela educação peculiar foi perguntando: Idade?
A outra já falou: Venha até aqui.
Nossa! A agulha não está firmando, pois, o senhor tem o braço macio!
Minha senhora, madame, vacinadora, curitibana, funcionária do postinho, sou itajaiense, tenho a formação do corpo de Tarzan, não me venha com churumelas, OK?
Olha Maria! Olha! Estamos atendendo o Tarzan, somos importantes.
Tarzan coisa nenhuma, isso tá mais para o cipó, do que Tarzan, e com um agravante, cipó amarelado.
Tá aqui a sua carteirinha, cipó amarelado.
O quê houve? Entrou tão alegre e saiu com a cara de quem não gostou?
Entrei que nem Tarzan e voltei como cipó, e o pior é que, um cipó amarelado.
Procurei o pedaço de esparadrapo, contudo, não achei. A preocupação aumentou, pois, se caísse uma gota de sangue, estaria frito. Uma gota de sangue de um itajaiense vale ouro, eis a minha preocupação.
Voltei para casa, com uma cara de ninguém, porém, com o braço estendido, missão cumprida.
Cheguei a casa, a mulher perguntou? Vacinou-se?
Estou vacinado como cipó amarelo, é mole?
Chega.
Abraços do
Catarina Paranaense.
PS = Senhor, daí pão a quem tem fome e fome de justiça a quem tem pão.


domingo, 15 de abril de 2018

OLHANDO PARA TRÁS - SIM. SAUDOSISTA - SIM, POR QUÊ NÃO?


Observo atentamente que, pessoas que se referem ao passado, pessoas que gostam de falar para o público, etc., quando se referem ao passado, logo se justificam, citando que não são saudosistas.
Não concordo com tais justificativas, sou saudosista, sim senhor, com muito orgulho.
- Esquecer os mortos é esquecer-se de si mesmo.
- O futuro de um ser humano está escrito no seu passado.
Não sou avental; avental é que tem frente, não tem fundo.
Não se pode projetar o futuro, esquecendo o seu passado.
Tenho boas lembranças dos meus entes queridos, que recentemente se foram infelizmente.
RONALDO HENRIQUE KOZAK = Meu cunhado, casado com minha irmã, um grande amigo.
Nardão ou Polaco, como era conhecido carinhosamente, deixou muitas saudades.
Tinha o hábito de me visitar na minha megaloja (21m2).
Após um bom papo, já na hora de se despedir, fazia um gesto, com o de do indicador, no sentido chamativo, já lá fora da loja. Atendia o seu chamado, ocasião em que o mesmo apontava para o novo carro adquirido.
Cara simples, nunca mostrou o nariz em pé, um elemento fora de sério.
Trabalhamos juntos, com representações comerciais.
Alguns registros, quando visitávamos a clientela juntos.
O Nardão com aquela calma que Deus lhe deu; eu, o Degas, sem pavio.
Após algumas visitas à clientela, quando os resultados não eram os esperados, eu, com toda sinceridade, começava a ratear.
O Nardão olhava para mim e falava: “Vamos parar naquela sombra de árvore, apontando para a mesma, e vamos saborear uma água fresca, que a Carmem (sua esposa) colocou no carro para nós”.
Após um quebra gelo, estratégia, que o Nardão sabia como ninguém usá-la, seguíamos em frente.
Mais algumas visitas, o degas, iniciava, novamente, mostrar o platinado com falhas.
O Nardão, novamente, usava a mesma estratégia, ou seja: “Vamos parar naquela sombra e saborear uma maçã, que a Carmem colocou no carro para nós”. Maçã é uma fruta muito boa para a saúde.
O Nardo, em épocas anteriores, foi transferido para Rio Negrinho –Santa Catarina.
Assim sendo, nossa família e a família dele, passávamos as festas de fim de ano, em sua casa, em Rio Negrinho.
Certa feita, todos reunidos na sala da casa do Nardo, o mesmo chegou, e fez a seguinte pergunta: “Vocês querem folhinhas (calendários)”?
Todos afirmaram sim.
O mesmo foi até o quintal, apanhou folhas de uma árvore e entregou na mão de cada um.
Esse era o Nardo.
Infelizmente tudo isso acabou, com o silêncio enviado pela uma coisa chamada Morte.
ANTÔNIO CIPRIANO DE BORBA = Conhecido, carinhosamente, entre todos, como DICO.
Meu cunhado, irmão de minha esposa, e um grande amigo.
Elemento muito alegre, não deixando a tristeza chegar perto do mesmo.
Sempre de bom humor.
Certa vez, num dos casamentos de meus filhos, era comum chegar de Joinville-SC; um ônibus lotado de nossos parentes, daquela cidade.
Eu, como um péssimo assador de carne, estava me batendo, para atiçar o fogo na churrasqueira; o Dico foi chegando e falando: “Cai fora Catarina, deixa que eu assumo o comando.
Naquela hora tive a impressão que o Dico caiu do céu.
Na mais pura gozação com todos, o Dico tirou de letra, a carne assada para uma multidão de gente.
Em sua casa, em Joinville-SC, o atendimento de recepção do Dico, era fora de sério, um elemento bem com a vida.
Infelizmente, tudo isso acabou, com um silêncio enviado pela coisa chamada morte.
OSVALDIR DE ALMEIDA – Meu irmão, um contador de piadas nato, com um repertório fora de sério.
Após uma convivência longa, formamos nossa família; ele pai de dois filhos e uma filha, eu, nas mesmas condições, dois filhos e uma filha, resultando em duas famílias unidas, através das crianças, com as mesmas idades.
Eu frequentei o balneário de Enseada, São Francisco do Sul/SC, por quinze anos, durante minhas férias.
O meu irmão, mesmo não tendo férias, ficava sabendo das minhas, e sem, titubear, entrava em férias por sua conta.
Eu sempre perguntava você não está em férias, e como ficará o seu emprego?
- Se eu for demitido, arrumo outro emprego, e vamos nós.
O cara era muito divertido, não esquentava a cabeça com nada.
Tinha o hábito de falar: Você é uma cabeça quente!”
Por vários anos, o Osvaldir, com seu Fusquinha 1968, colocava as duas famílias dentro do mesmo, e vamos nós, sentido de Enseada.
No começo, com as crianças, ainda bebês, parávamos à margem da Federal, improvisando fogo, fogareiros e panelas, a fim de fazer o mingau da gurizada. Criançada já abastecida, vamos nós, sentido à praia.
Lá, era só alegria, muita praia, pescaria, passeios, muito camarão, muito peixe, uma vida mansa e gostosa.
Eu sempre fui meio acanhado, quieto, meio babaca, entretanto, o meu irmão, era prá frente, criativo, sem dar muito bola para a vida e os problemas.
Nos casamentos de meus filhos, na vinda de nossos parentes de Joinville/SC., reuniam todos em volta de meu irmão, para ouvir suas piadas boas e engraçadas.
Nos fins de anos, ele chegava com sua família, olhava para mim, e perguntava? O que temos para comer? Cara é hora de comer e viver deixa os problemas para o futuro.
Não comprou nada ainda? Vamos ao Supermercado comprar alguma coisa, assar e comer.
Assim era o meu irmão.
Todavia, tudo acabou o silêncio visitou-nos, por mais uma vez, enviada pela coisa chamada morte.
DILMA BORBA – Esposa do meu cunhado Dico, cunhada de minha esposa.
Sempre alegre sorridente.
Quando de nossa visita, em sua casa, vinha sorrindo, olhava para minha mulher, e com um sorriso de satisfação, falava: “Oi Inha (nome carinhoso de minha esposa), que bom que vocês vieram”.
Outro silêncio, oriundo daquela coisa chamada morte.
São pessoas, entes queridas, que se foram, acabou, acabou mesmo; a vida de quem fica, também, vai acabando, ficando uma tristeza profunda, sem muitas explicações.
Nada mais a registrar, apenas, saudades, saudades e saudades, nada mais.
Abraços do
Catarina Paranaense.